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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Será?

Será possível ser mais clichê que num texto depressivo?

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Não se preocupe... Eu não vou me matar.

Já chorei tanto, tanto que nem sei...
Já chorei tanto que só sinto meu corpo ressecado e meu rosto molhado.
Já chorei toda a energia pra fora.
Já disfarcei todas as lágrimas que eu consegui, agora eu choro e assumo a tristeza.

Eu só choro... Não há nada que se possa fazer. Eu choro.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Mudança ou não. (o arquiteto desmorona uma construção)

Estou na seguinte punheta mental:

Nunca mudamos de verdade, nem planejando. A gente pensa que mudou, mas somos sempre os mesmos. Não falo de mudanças a longo prazo, pois elas acontecem por serem evoluções, estágios, processos. Falo de mudança imediatas. E digo que não mudamos, que somos sempre o mesmo por que o que somos em seguida é apenas o que somos agora com mais um minúsculo, inotável e insignificante elemento.
Até mesmo por que a questão não é acreditar. Eu acredito. E desejo! Muito!
Mas ela, a mudança imediata, não existe. São evoluções que acontecem, mais rápidas ou mais devagar, mas são sempre evoluções...


Quando me surpreendo com a seguinte réplica:

"Não senhor... Eu mudei muito. Muito mesmo! Dá sim, coloca na cabeça que dá. Coloque na sua cabeça e faça! Acredite e realize! Você tem muitas afirmações. Você não tem verdade. Ninguém tem verdade, então seja flexivel: veja o que é melhor e faça. Só que não adianta esperar pelos outros ou esperar cair do céu."

É... Não adianta esperar que a mudança aconteça. Ela existe, cabe a nós correr atrás.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

A Lost Two


Nada hoje me inspira, nem o balançar da toalha na praia, com o vento forte do mar, nem o vai-e-vem inebriante das ondas
A hora passa e me leva partes mensuráveis que, talvez não façam falta, mas certamente estariam muito melhor em mim. O tempo passa, hora após hora, o tempo corre e me arrasta, cada hora mais longe.
Ora, não sei que hora te verei de novo nem que hora a gramática vai me impedir de falar. Não sei a hora de orar nem a hora de amar. Páro por aqui.

Sempre me perco nas palavras.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Relato imemoriais de um amor distante.

E- Quero falar contigo.
A- Pode falar...
E- Quero saber tudo que tu sentiu.
A- Como assim?
E- Sentimentos. Sabe sentimentos? Quero entender os teus;
A- Pra que?
E- Pra saber por que agente se afastou...
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E- Deixa eu te ouvir?
A- ...
E- ...deixa vai.
A- Ouvir o que?
E- Me fala de ti, quero ouvir.
A- Não tem nada pra falar.
E- Sempre tem algo que se possa falar.
A- ...
E- Fala!
A- Não. Esquece isso.
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E- Namora comigo?
A- HEIN???
E- Namora comigo? Perguntei se tu quer namorar comigo, porra.
A- Caralho... Eu te odeio, esqueceu?
E- Não importa. Eu te amo.
A- Isso não é o bastante. Eu não iria querer te fazer sofrer.
E- Sinal que você não me odeia.
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E- A gente fez sexo, merda, isso não quer dizer alguma coisa pra ti?
A- Eu já fiz sexo com tanta gente, por que contigo seria mais especial?
E- Não sei, mas tu não pensa nisso com saudosidade? Não tens vontade de fazer de novo?
A- O que passamos foi profundo, mas ao mesmo tempo superficial. É passado.
E- Eu te amo
A- Me esquece.
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São apenas flashs, passagens de sentimentos, tudo afastado de memória real. A ficção que processo são transcrições daquilo que quero transformar em real.
Sim, os personagens vivem fora da págino e do meu psiquè, aliás, procuro uma dessas personas em mim e a outra deveria me completar(também procuro-a, em todos os lugares).
(Isso aqui era para ser um pensamento, passou por sinopsemas não fez mais que descrever a confusão que se passa na mente do autor).

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

A Lost One


E o desespero de onde vem? Da fala doce de moças bem vestidas em saias de aeromoças ou do molejo e do gingado de jogadores de capoeira?
Que dia é esse que me faz pensar nos outros dias? Que hora é essa que me faz esquecer das outras horas? O relógio não corre ao meu favor nem contra minha vontade. Desespero-me, pois sim, quando vejo que os olhos da besta fera que encaro são meus próprios olhos no espelho. Sinto-me nessas horas na incubência de te fazer mais um pouco além do que já fiz. Sinto-me encarregado de te carregar através de um lago espelhado com palavras à deriva, espalhadas e sem sentido. Páro por aqui.

Sempre me perco nas palavras.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Dia Árido




(...)É a seca,
que deixa a garganta aflita,
que machuca a alma e grita.
É seca a dica.(...)

terça-feira, 29 de julho de 2008

O Mundo (parte I)



(...)Sabe, mundo, tem dias que passam tão rápido que nem vejo. Tem dias que acordo às 6 e quando me dou conta já são 16. Tem dias que tudo que eu queria era só mais um dia, mais uma hora, mais 5 segundos ao teu lado, mundo.
Nunca mais vi esses dias acontecerem, mas lembro deles, mundo meu, com uma doce sensação no peito.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Caminhos...



Novos caminhos são sempre criados. Novos destinos, novas verdades, novas mentiras. Novos amigos e amores. Novos inimigos. Novos conhecimentos sempre surgem de algum lugar.
(...)
Me deixaram escolher o que criar. O que criei? Caminhos.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

margá



(...)Expressa o torpor do teu beijo, margarida,
Deixa-me fugir em teus sabores.
Saberei, para sempre, querida
Em que dia tirarei teus pudores.

Doce e bela, amor para a vida,
Não vês que já cresci?
Espero você, minha margarida.
Para contigo falar: "eu vivi".(...)

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