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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Tranquilidade, Serenidade. Você.


Tudo o que precisei, durante muito tempo, adquirido em questão de minutos.
Tranqülidade, serenidade... Não os encontrei nas pessoas, não encontrei na amizade nem na loucura.
Encontrei nas palavras de um momento, num sorriso, no teu sorriso e no teu olhar.
Na nossa troca de toques, tua mão sobre meu rosto, meu rosto sobre teu colo. A aceitação de quem sou, do que são e de que são feitos meus sentimentos. Meus sentimentos e teus sentimentos também.
Na identificação do pensar, do sofrer e do sentir.
Na compreensão máxima do que se pode realmente chamar de amor.
Dias tranqüilos e serenos... Para nós dois! Sempre!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

O Dia Dela



A gente nunca sabe mesmo o que vamos dizer quando a hora chega. O desconhecido que encaramos, e que muita vezes perdemos de vista ao vislumbrar o mar, nos trás a calma que nem percebemos. Confundimos com as múltiplas facetas da vida, as múltiplas vistas que temos de tudo, do mundo. Falamos sem parar e só o que queremos é ser ouvidos. Um remédio nos faz esquecer mas também nos faz lembrar. Se perder é tão normal quanto errar a colocação do pronome que tanto tenho insistido em demonstrar no que digo.

"A gente se perde, a gente se acha
De um jeito ou de outro tudo passa.
E com cloridrato de sertralina e um pouco de mar
a gente começa a aprender
Que todo mal um dia tem fim.
"

inspiração.





Eu falei que sabias,
- tu não quis acreditar -
fazer poesias
é mais fácil que rimar.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

em tempo: caju [2]


"Tem coisas que nos pertecem, nos definem, nos dizem, nos apresentam, alimentam, apoderam-se de nós, nos transformam e reinventam, e não há como fugir.
É bom saber que alguém, que na vida sequer soube da nossa existência, nos define com tanta propriedade.

Só que ele sempre vai te pertencer, nem que pertença àquelas lembranças onde só ele podia dizer o que tu querias.
Cazuza é sempre teu e tu sempre dele, desde o primeiro contato."


por: IMAgine

quarta-feira, 9 de julho de 2008

palavras no papel...





...não apagam jamais.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

frases para ela. edição especial(citação)

a vida é pra valer eu fiz o meu melhor e o seu destino eu sei de cor!

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Memórias de minhas putas tristes

"Não preciso nem dizer, porque dá pra reparar a léguas: sou feio, tímido e anacrônico. Mas à força de não querer ser assim consegui simular exatamente o contrário. Até o sol de hoje, em que resolvo contar como sou por minha livre e espontânea vontade, nem que seja só para o alívio da minha consciência."



É tão bom quando você recompra um livro que você já teve. Você se sente recuperado, restaurado, energecido. Sente-se completamente cheio de gostosas sensações: saber que você vai reler algo que você adora, especialmente porque já leu uma vez.

Adoro!!

Mas pra variar: um Acróstico.


Amargo sentimento de "já passou":
Neuroses e nóias de viver o pretérito.
Abonado de lembranças, existo nelas.
Cético com o presente, resolvi-me assim:
Resistirei sem ômegas,
Ômega que faz meu alfa obsoleto.
Nidícola sou de meu passado tortuoso,
Inimaginável passado tortuoso
Como aqueles que me matam.
Osculei meu nirvana de morte.

domingo, 2 de setembro de 2007

Janelas do meu quarto


Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.

domingo, 4 de março de 2007

"Aí agente corria por lá, sentava pelos lugares, pegavamos vento e conversávamos, tentávamos acertar nas palavras, ajeitar nossa vida, e só cada um sabendo o q realmente o outro sentia...
Hoje não é a mesma coisa, não há mais o mesmo lugar. Realmente mudamos porque 'tivemos que deixar um certo tipo de lar'...
E éramos ligados não apenas pelo teatro... Éramos irmãos. Somos ate hoje.
Eu gostaria de receber mais sua visita como irmão - amigo. Sua visita lá em casa e eu na sua, e sair pra qualquer lugar... Aliás, seria um bom lugar, um lugar para se conversar, não apenas para dançar, porque dançando acabo focando em mim. E eu quero te olhar, quero te olhar criança, quero te olhar crescer, amadurecer, vencer na vida... E até chorar por alegria ao estar ao seu lado. E não me lamentar pelo tempo perdido.
Não mais..."

Kennya Karoline.

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