segunda-feira, 20 de abril de 2009

A-M-O-R



Eu gosto da superficiliadade das cartas de amor, da falsidade das músicas de amor. Jamais serão verdadeiras músicas de amor pois se vendem por algo mais que o amor verdadeiro. Mas eu gosto, eu compro. Te amo, te quiero, je t'aime, i love you, ti amo, aishiteru, wo ai ni. É tudo tão lindo e tão superficial que fico maravilhado. O amor não tem mesmo que ser profundo. Viva as palavras da boca pra fora. Viva as declarações na primeira noite. Viva o sexo sem compromisso. Viva o amor multifacetado. Viva a diversidade. Viva a originalidade e a falta dela também. Viva a paz. Viva o amor, seja ele de que forma for.

5 arquitetura(s) alheia(s):

Juliana Castelo disse...

Putz!!!!! Que texto! De fato, o amor virou uma espécie de saudação... todos amam todos... vou postar no meu blog esse teu texto, passalá depois!

errei na mosca disse...

o amor é uma flor roxa que nasce no coração dos trouxas. :D

Fernanda Mel disse...

Ja ouvi esse ditado! hahahaha!

Entao somos todos trouxas, pq independente de como, ou por que, ou pra quem, essa flor nasce no coração de todo mundo!

Beijo.

Sávio Furtado disse...

à cada carta de amor escrita, há uma jogada fora.

Prettylari disse...

Puxa, eu estive pensando sobre isso esses dias, e ia escrever no meu blog, vou postar seu texto no meu blog, e vou complementar, achei perfeita.

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